Postado por: cirandadenoticias | Agosto 14, 2008

Música

Orquestra de um homem só

O multiistrumentista alemão Konrad Küechenmeister faz suas últimas apresentações em Brasília

Marlon Maciel
Especial para o Jornal de Brasília

    Sua relação com a música e sua paixão pelos mais diversos instrumentos musicais vêm da infância numa cidade alemã de médio porte. Konrad Küechenmeister nasceu em Dresden e começou a tocar instrumentos aos quatro anos de idade. Seu pai era músico e tinha um quarto cheio de instrumentos que servia de parque de diversões para o garoto. No início, tocava piano e percussão e explorava com esses instrumentos as mais diversas possibilidades de se fazer música.
    Aos 18, Konrad começou a aprender violão. Entrou numa banda de ska chamada Regatta69 como tecladista, mas sentia que um instrumento apenas não era suficiente para o tamanho da sua versatilidade musical. Há dois anos atrás, viu um homem usando uma Loopstation (instrumento que permite ao artista gravar, compor, mixar e criar efeitos sonoros especiais) e imediatamente percebeu que aquela era a solução para a sua insatisfação. Então comprou sua própria Loopstation e ficou viciado em fazer música com ela.
Com a turnê BerlinLoopBrasil - projeto apoiado pela Embaixada da Alemanha para que participasse do festival Kulturfest – Estação Alemã 2007-08 - o multiistrumentista alemão faz suas últimas apresentações na cidade amanhã, às 21h, no Balaio Café, e domingo, a partir das 17h, no Centro Cultural do Banco do Brasil. De Brasília ele segue para o Rio de Janeiro, onde faz show no dia 22, e Florianópolis, no dia 24, onde encerra a turnê brasileira e retorna à sua terra natal.
    Hoje, aos 26 anos, Konrad, vive apenas de música e tem se apresentado em vários países pelo mundo. O músico e o seu vizinho agradecem. Há dois anos, quando comprou sua Loopstation, ele foi para as ruas mostrar seu trabalho em sessões abertas. “Meu vizinho não suportava o barulho. Diferente de mim, ele estudou para ter seu diploma”, brinca. Quando tocava, as pessoas retribuíam suas performances. Segundo o músico, a rua foi o primeiro lugar em que ganhou dinheiro por fazer música.
Em seu site no MySpace, ele explica que seu Konrad-Kuechenmeister-Free-Loop-Live-Entertainment-Programme (!) existe desde junho de 2006, como um show de rua, onde toca diferentes instrumentos tais como violão, baixo, escaleta, harpa de boca, beatbox, chocalho, didjeridu (sopro), djembê (tambor), garrafa, materiais de cozinha e voz, um após outro, numa Loopstation. Nesse processo, tudo soa como se uma banda inteira estivesse tocando ao vivo.
    ”Tenho canções com muito espaço para a improvisação. Então me utilizo do improviso e das canções contínuas. Às vezes começo improvisar uma canção inteira com garrafas e tudo o que eu encontro perto do palco que faça um bom som”, esclarece a respeito de suas técnicas na Loopstation. O músico afirma que tenta se mover entre diferentes estilos de música, desde o ska, reggae, dancehall, drum’n'bass, jazz, clássico, dub, hip hop, pop, ao samba, entre outros. “É tudo feito ao vivo. Considero os sons incomuns, gerados sem nenhum ajuste prévio, um grande ponto. Tento ser criativo, diferente e original no meu set. Meu som é do tipo de música que gosto e que sinto”.

Influências brasileiras

    As influências que fizeram da música de Konrad o que ela é hoje são inúmeras. E, segundo ele, ainda é fato que ele se inspira diariamente quando viaja e encontra músicos novos. “Até aqui no Brasil, duas novas canções foram tocadas pela primeira vez, porque fiquei inspirado pelos músicos, pela natureza e pela cultura do país”, observa. Em sua primeira turnê brasileira, ele destaca uma entre algumas experiências interessantes vividas com músicos brasileiros: a violoncelista e compositora residente em Brasília Valéria Lehmann. “Amei tocar com ela no palco e me inspirei muito”, revela. 
    Segundo Konrad, uma das lições que tem aprendido nesses dois meses por terras brasileiras é a de que “a música é uma linguagem internacional”. Ele comenta que vai levar o samba do Brasil para a Alemanha em sua Loopstation. “I love Samba”, diz como um bom gringo que é. “Levarei de Brasília três novas canções e a boa vibração dos concertos feitos aqui”. E ainda arrisca algumas palavras ditas num “português estrangeiro”: “Eu sou um brasileiro de coração”, diz a única sentença que sabe até agora.
    Em Brasília, o multiinstrumentista tocou em diferentes lugares, como O’Rilley Irish Pub, Caixa Cultural, Torre de TV e Blackout Bar. Konrad diz que sente que as pessoas gostam realmente de sua música e que não esperava tamanho reconhecimento. “Algumas pessoas assistiram a cada show que fiz em Brasília até agora. Isso é muito agradável”. Entre os lugares que mais gostou de ter tocado, ele destaca o teto de um ônibus antigo, no Eixo Monumental, no dia 27 de julho. “Aquilo sempre foi um sonho meu. Sempre sorrio quando relembro aquele momento”, finaliza.
 
Serviço

Shows com Konrad Küechenmeister. Amanhã, às 21h, no Balaio Café (201 Norte, 3327-0732). Couvert a R$ 7. Classificação livre. Domingo, a partir das 17h, no projeto Todos os sons, no gramado do Centro Cultural Banco do Brasil (Setor de Clubes Esportivos Sul, 3310-7087). Entrada franca. Classificação livre.

Postado por: cirandadenoticias | Junho 12, 2008

Girando e Aprendendo

Aproveitando essa época de feriado esse semana as editorias foram de forma mais dinâmica e mais light. Não fugindo da nossa proposta as matérias foram relacionadas aos acontecimentos desse período. Nossa ciranda girou em volta das boas atitudes que são responsáveis pela melhoria da saúde e até a cultura que a capital disponibiliza aos brasilienses e que muitas vezes não são bem aproveitadas, principalmente pela desculpa do feriado.

 

Aprendendo como jovens escritores, com a correria que futuramente será um tanto maior, com as dificuldades que encontraremos para dar continuidade ao nosso trabalho e como pessoas que terão a oportunidade de ver a o outro lado muitas vezes escondido pelas câmeras, canetas e máquinas.

 

Rayssa Campos

Postado por: cirandadenoticias | Junho 12, 2008

Abaixo-assinado em prol dos doentes celíacos

Por Mariana Garcia

 

A Federação Nacional das Associações de Celíacos do Brasil (Fenacelbra) está promovendo uma campanha para que o Ministério da Saúde elabore e implante no SUS o Protocolo Clínico de Doença Celíaca. Por meio de um abaixo-assinado on-line, a federação pretende ser atendida pelo Ministério, possibilitando assim, a milhares de brasileiros, o atendimento médico adequado para o diagnóstico e tratamento da Doença Celíaca.

 

A Doença Celíaca

 

A Doença Celíaca é uma intolerância permanente ao glúten (proteína presente no trigo, aveia, centeio, cevada e malte), geneticamente determinada, independente de raça, etnia e gênero, que se caracteriza pela inflamação da mucosa do intestino delgado, impedindo a absorção adequada dos alimentos e desenvolvendo agressão sistêmica ao corpo humano de alta gravidade. Quando não adotada a dieta isenta de glúten, o celíaco poderá morrer em conseqüência da doença.

 Restaurantes que estão aderindo a alimentos sem gluten

Conferência

 

Este assunto esteve em pauta também durante a III Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, em 2007, como uma das propostas apresentadas. Representantes da conferência apresentaram uma solicitação ao Ministério da Saúde para que se concretize o protocolo clínico e diretrizes da doença celíaca e implemente a capacitação dos profissionais que atuam pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

 

 

Para ler e assinar o abaixo-assinado clique no link abaixo:

 

http://www.PetitionOnline.com/celiacos/petition.html

 

Depois de ler é só  clicar no botão: “Click Here to sign Petition” e preencher com cuidado o seu nome completo, número de identidade, e-mail e local onde mora (os dados são confidenciais ). Clique então no botão “Sign Petition”.

 

Informações:

Raquel Benati
Presidente da ACELBRA-RJ
www.riosemgluten.com
Angra dos Reis
24-3377-3327
24-9826-4037

Postado por: cirandadenoticias | Junho 12, 2008

Uma iniciativa pela vida

Por Camilla Sanches

Estudantes de Nutrição fazem cadastramento de doadores de medula

O curso de Nutrição da Universidade Católica de Brasília (UCB) em parceria com o Hospital de Base do Distrito Federal promoveu na última quinta-feira, 05 de junho, um cadastramento de voluntários para doação de medula óssea nas ocas do Bloco Central.

Não existe posto de doação de medula no DF e como a possibilidade de se encontrar um doador compatível no Brasil é de uma em cem mil, esta iniciativa busca aumentar o número de possíveis doadores e, assim, as chances de vida dos pacientes.

Foram prometidos cerca de 200 cadastros de voluntários ao Hospital de Base. O evento começou às 9hs e por volta das 11hs cem fichas já haviam sido preenchidas. No fim do dia foram cadastradas 400 pessoas para a doação. A demanda foi tão grande que o hospital não teve material suficiente para atender os alunos do noturno e voltarão dia 19 de Junho para continuar a campanha com esperança de atingir ainda 1000 cadastros.

A professora da disciplina Ética em Nutrição, Cláudia Garcia, explica como surgiu a idéia: “uma das atividades da disciplina é um projeto de extensão proposto pelos alunos. A iniciativa do cadastramento para doação de medula partiu deles”. Segundo ela, “esta campanha não tem um rosto. Geralmente, as pessoas doam porque um parente está precisando. Neste caso, não. Elas doam voluntariamente a doentes que nunca viram antes”.

A medula é um tecido que forma todas as células do sangue, bem como os glóbulos vermelhos, os brancos e as plaquetas. Muitas são as doenças que afetam estas células, como leucemias, anemia aplástica e linfomas. Em algumas, o transplante de medula é a única possibilidade de cura. A mais conhecida é a leucemia que afeta, em sua maioria, jovens de até 25 anos.

O cadastro não obriga ninguém a ser doador. Os dados ficam no Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (REDOME). Caso seja confirmada a compatibilidade, a pessoa será consultada e, então, decidirá pela doação ou não.

A aluna Manuela Itacarambi perdeu a tia em 2006 por falta de um doador compatível. “Eu doaria. Fico feliz por saber que com a minha ajuda a tia de outra pessoa não vai morrer”, diz ela.

Para se cadastrar, basta preencher uma ficha com seus dados pessoais (RG, CPF) e contatos. Serão coletados 10 ml de sangue para análise. O voluntário não precisa estar em jejum.

Caso tenha perdido o cadastramento, pode dirigir-se ao Hospital de Base ou diretamente ao Instituto Nacional do Câncer (INCA).

Serviços:

Central de Captação de Órgãos do DF: (61) 3352 5055/ 3325 4677

Atualização de dados: redome@inca.gov.br

Telefone: (21) 3970 4100

 

 

 

 

 

 

Postado por: cirandadenoticias | Junho 12, 2008

CCBB exibe retrospectiva completa dos filmes

Mostra “As Muitas Vidas de Robert Altman” passa por Rio, São Paulo e Brasília,

com todas as obras de um dos nomes mais rebeldes e independentes

do cinema americano, morto em 2006

 

Por Rayssa Maryanne

 

     “O que é uma obra cult? É apenas uma obra que não tem nem fãs suficientes para formar uma minoria.” É com essa ironia, inteligência e rebeldia que o americano Robert Altman (1925-2006) define os seus filmes, e que permeia toda a obra de um dos mais importantes diretores do cinema. Em sua homenagem, o Centro Cultural Banco do Brasil Brasília apresenta, de 10 a 29 de  junho, sob a curadoria de Angelo Defanti, uma retrospectiva de 37 longas-metragens do diretor feitos para cinema, de Os Delinqüentes (The Delinquents, 1957) a A Última Noite (A Prairie Home Companion, 2006), passando por suas obras-primas MASH (1970), Nashville (1975), O Jogador (The Player, 1992) e Short Cuts – Cenas da Vida (1993).

 

      Altman começou como roteirista e diretor de séries para a TV. No cinema, ficou conhecido por sua abordagem iconoclástica e inovadora de gêneros clássicos (western, policial, musical, filme de guerra); o talento para a direção naturalista dos atores; traços muito particulares de estilo, como as falas simultâneas dos personagens e os famosos planos-seqüências, como o do início de “O Jogador”; e a preferência por filmes-corais, nos quais tece um painel de inúmeros personagens, misturando seus dramas de forma hábil e sutil.

 

     Foi um dos raros diretores a ganhar o prêmio máximo nos três maiores festivais de cinema do mundo – Palma de Ouro em Cannes com MASH (1970), Urso de Ouro em Berlim por Buffalo Bill (1976) e Leão de Ouro em Veneza por Short Cuts – Cenas da Vida (1993). Ganhou um Oscar honorário em reconhecimento à carreira em 2006 e foi indicado cinco vezes, por MASH, Nashville, O Jogador, Short Cuts e Gosford Park.

 

O curador

Formado em Cinema pela Universidade Estácio de Sá, Angelo Defanti é membro do Comitê de Seleção e da equipe de programação da mostra Première Brasil do Festival do Rio e do Curta Cinema - Festival Internacional de Curtas do Rio de Janeiro, curador das Sessões Especiais do FBCU - Festival Brasileiro de Cinema Universitário e da equipe de produção carioca do Festival É Tudo Verdade. É também produtor de inúmeros filmes, como o curta “Depois das Nove”, de Allan Ribeiro, e trabalhou na produção dos longas “Alucinados”, de Roberto Santucci, e “Cleópatra”, de Julio Bressane.

 

Serviço

De 10 a 29/6. No CCBB – Brasília (SCES - Trecho 2 - Conjunto 22). Funcionamento: de terça-feira a domingo das 9h às 21h. Ingressos: R$ 4 e R$ 2 (meia-entrada). Informações: 3310-7087. Verificar classificação indicativa de cada filme. Programação completa no site do CCBB.

Postado por: cirandadenoticias | Junho 12, 2008

Fim dos feriadões

Brasileiros procuram aproveitar o último feriado nacional prolongado do ano.

 

 

Por Fábio Monteiro

 

Para o trabalhador brasileiro, os feriados são para o descanso, esperados com ansiedade. Porém, o feriado de Corpus Christi será o último prolongado este ano, até as comemorações de Natal. Apesar de ser o quinto feriadão do ano e o segundo deste mês, a maior parte da população deve aproveitar bem os próximos dias, uma vez que todos os outros feriados nacionais cairão nos sábados ou domingos.

 

Os comerciantes estão contentes com a perspectiva de menos feriados no ano, já que, geralmente, as lojas fecham as portas durante os recessos programados no calendário. De acordo com dados divulgados pela Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas, o comércio varejista deixa de comercializar até 80% do esperado em um dia útil, o que é cerca de R$ 1,4 bilhão.

 

Já aqueles que não vivem do comércio, estão frustrados com a falta de feriados nos próximos meses. O estudante Ygor Freitas, 23 anos, mostra seu desânimo com a maior quantidade de dias úteis em 2008. “Vou torcer pro ano acabar logo e os feriados voltarem ao normal no próximo ano”, ironiza.

 

As pessoas que gostam de viajar também estão desapontadas. “Acho que o estresse na sociedade vai aumentar a partir de segunda-feira”, brinca o representante comercial Leonardo Benedito, 20 anos. Morador da cidade do Rio de Janeiro, Leonardo veio para Brasília no feriado visitar alguns amigos. “Para quem gosta de viajar, a falta de mais recessos no ano se torna uma dificuldade”, lembra o carioca, que estava acompanhado na viagem de mais três amigos.

 

Quem ficou na cidade também procurou aproveitar o feriado de alguma forma. As programações diurnas mais procuradas nesta quinta-feira de feriado foram o Parque Nacional de Brasília (Água Mineral) e o Zoológico. O tempo aberto e forte calor na capital federal colaboraram com os turistas. Apesar de ser um feriado religioso, as maiores boates e bares do DF também funcionaram normalmente. Para os atentos na web, o site do Correio Braziliense disponibiliza um imenso leque de opções dos locais mais badalados aos mais sossegados.

Postado por: cirandadenoticias | Junho 6, 2008

Brasília completa 48 anos de vida

Por Camilla Sanches

O aniversário de Brasília foi comemorado na última segunda-feira, 21 de abril, na Esplanada dos Ministérios. O Governo do Distrito Federal (GDF) preparou uma festa com atividades variadas para todas as idades: apresentações artísticas, religiosas e eventos esportivos.

A Esplanada parecia uma cidade, tamanha a quantidade de tendas, palcos e barracas de alimentação. A estrutura montada para atender ao público que participou da festa dos 48 anos de existência da capital federal modificou a paisagem dos gramados da planície ministerial. Foram cerca de 700 vendedores na praça de alimentação e mais 700 banheiros químicos, segundo dados da Agência Brasiliense de Turismo (BrasíliaTur), responsável pela organização da festa. Além de tendas para atendimento médico e prestação de serviços gratuitos (cortes de cabelo, massagens, cursos de dança, capoeira e judô) para atender o público ao longo das 18 horas programadas de festa.

A expectativa da BrasíliaTur era a de que 750 mil pessoas utilizassem o Metrô, gratuito durante o evento. Ao contrário do que divulga o site do GDF, os trens não funcionaram até 1h da manhã do dia 22, horário estimado para o fim da festa. Policiais faziam um cordão de isolamento, fechando a área de acesso ao terminal central. Com isso, o tumulto na Rodoviária do Plano se tornou ainda mais intenso e os ônibus saíram lotados.

O esquema de segurança contou com 16 postos policiais e 12 postos do Corpo de Bombeiros, além de equipes da Defesa Civil. Porém, os mais de dois mil Policiais Militares não foram suficientes para evitar que o estudante de Fisioterapia, Malkon Flores, fosse rendido e assaltado por um adolescente, aparentemente de classe média e que ameaçava portar uma arma de fogo, por exemplo.

“Tivemos alguns problemas, mas eles ficaram pequenos perto da grandiosidade do aniversário”, comemorou o secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo e vice-governador, Paulo Octávio, em entrevista à assessoria de comunicação do GDF. Mas não foi bem assim para a jovem Vanessa, foi à Esplanada para curtir o show do cantor Leonardo e saiu de lá carregada por amigos, após ser pisoteada pela multidão, durante uma briga.

Foram gastos cerca de R$ 5 milhões no evento – R$ 2,7 milhões do GDF, R$ 1,3 milhão do Ministério do Turismo e R$ 1 milhão da iniciativa privada (em torno de 30 parceiros). A festa, cujo slogan era “do tamanho do céu de Brasília”, teve a presença de mais de um milhão de pessoas. Um conglomerado permaneceu até o fim da festa, por volta de 1h30, para se divertir ao som itinerante da banda baiana Chiclete com Banana. O vocalista, Bel Marques, levou o público à loucura com um repertório vasto de músicas antigas e com as mais novas gravações do grupo.

Foi uma festa para todos os gostos, idades e gêneros, digna da beleza do céu da capital fundada por Juscelino Kubitschek.

Postado por: cirandadenoticias | Junho 6, 2008

Como fazer uma monografia?

divulgação

Experiências e dicas para fazer um trabalho de conclusão de curso melhor

Por Luciano Franklin

Para uma pessoa que se encontra na faculdade, um dos maiores desafios é a conclusão do projeto final. A monografia, para grande maioria, é um trabalho árduo de dias e dias, entretanto não é nenhum bicho de sete cabeças. Todo e qualquer estudante terá que fazer um projeto final que passará por uma banca examinadora, por isso é recomendado que o estudante fique calmo, pois não é o único a se descabelar para dar conta de seu trabalho. Ouvir experiências de outros estudantes é um ótimo começo para saber como lidar com o seu projeto.

Mariana Macedo, estudante do 8° semestre do curso de Comunicação Social, está vivendo a tensão do trabalho de conclusão. Segundo ela, sua maior dificuldade foi pegar disciplinas junto com o projeto final, apenas 4 horas de sono, devido a essa sobrecarga. “Não tenho vida social” é a síntese do que o estudante passa durante a construção de seu trabalho. “Todos os dias eu pesquiso ou faço uma entrevista, não tenho tempo pra mais nada, principalmente porque não foi fácil achar o meu tema.”, diz Mariana.

“Todo e qualquer projeto, passará por várias situações. Haverá momentos, por exemplo, em que o aluno ficará super empolgado e outros não. Em certas ocasiões, as coisas ficam escuras”, conta o professor Lunde Braghini, orientador da aluna Mariana Macedo. Segundo ele, se o projeto não anda bem é a hora em que um bom orientador faz a diferença, porque o professor deve desencaminhar ou mostrar quais são as opções que o aluno deve seguir, “faz parte de um processo de frustração” – acrescenta o orientador.

Para quem tem muitas dúvidas do que fazer e como fazer uma monografia é recomendado que procure professores e bibliotecários para sanar dúvidas. Uma das opções é a biblioteca da Universidade Católica de Brasília, lá existem dicas de como um bom trabalho pode ser desenvolvido, além disso, é bom visitar o site da abnt: http://www.abnt.org.br/. Assim, fica mais fácil fazer o trabalho.

Sugestões de sites:

http://www.cdof.com.br/monografia.htm

http://paginas.terra.com.br/servicos/monografiaabnt/

Postado por: cirandadenoticias | Maio 29, 2008

Reta Final

 

   Na reta final do nosso semestre e também do nosso blog tentamos através das matérias atualizar o nosso blog o máximo possível.Buscando asuntos atuais, como festas da época, e temas jornalísticos para os aspirantes a profissão. Nos repórteres tentamos mostrar aos leitores do ciranda assuntos mais abordados pela mídia, principalmente referentes a nossa cidade, mas também não queremos poerder o foco no nosso aprendizado jornalístico.

    Desde autores conhecidos, até festas típicas que se destacam na cidade entre os meses de junho e de jullho. É importante retratar os acontecimentos atuais mas com o olhar de jovens jornalistas que aprendem a cada dia com suas experiências.

 Vilhena Soares

   

Postado por: cirandadenoticias | Maio 29, 2008

God save the queen

Por Natalia Valle Lacerda

          Um ótimo exemplo para mostrar as melhores maneiras de tomar determinadas decisões de um reinado está no novo filme Elizabeth: A rainha de ouro. Um longa-metragem com 114 minutos de duração, dirigido por Shekhar Kapur e contracenado por grandes nomes de Hollywood como Cate Blanchett (Elizabeth I), Clive Owen (Sir Walter Raleigh), Samantha Morton (Mary Stuart), Geoffrey Rush (Sir Francis Walsingham) e Jordi Mollá (Felipe II).

          Ele foi procedido do filme Elizabeth, lançado em 1998 e dirigido pelo mesmo Shekhar Kapur. O longa ganhou o Oscar de melhor maquiagem e foi indicado para diversos prêmios, como melhor figurino, direção de arte e fotografia.

           A história do segundo Elizabeth se passa em 1585 e retrata as três décadas incompletas de poder da rainha na Inglaterra. Uma época em que o catolicismo fundamentalista estava instalado na Europa, tinha Felipe II como líder, que, por sinal, possuía todo o apoio do Vaticano e era acobertado pela inquisição. Com isso, pretendia-se conquistar o trono da rainha, uma protestante assumida, e restaurar o catolicismo na Inglaterra.

          No desenrolar da trama, Elizabeth I procura as melhores soluções para tantos conflitos e, de repente, se confronta com um aventureiro, Sir Walter, que lhe causa uma imensa vulnerabilidade, por conta de um futuro amor proibido. Nisso, vários fatores aparecem na história que acabam afastando um do outro. Porém, fica na memória da rainha um súdito que não era apenas mais uma pessoa que estava sempre a sua disposição, e sim um homem, acima de tudo, que sabia muito bem como lidar com as palavras e com o coração das mulheres.

          Desde o primeiro filme, foi perceptível o cuidado com a preparação, pois foi necessária uma grande sintonia entre os diretores de fotografia, de arte, de produção e o diretor para conseguirem tal realização entre elenco e equipe técnica em geral. E o maior retorno foi pelo simples fato de obter algumas indicações ao Oscar, tanto de 1999 quanto de 2008, e conseguir premiações como Globo de Ouro, Bafta e em festivais.

          Elizabeth: A rainha de ouro é recomendado principalmente para quem gosta de histórias de época como os recentes O perfume, baseado no romance homônimo de Patrick Süskind, que gerou muitos comentários e elogios, e Primo Basílio, adaptação do clássico de Eça de Queirós, lançado nos cinemas em 2007.

          O paquistanês Shekhar Kapur, especializado em dramas, obteve mais sucesso e retorno com Elizabeth: A rainha de ouro, pois soube mostrar a verdadeira história entrelaçada à realidade íntima da rainha da Inglaterra, com sutileza e sabedoria. Além de Elizabeth, dirigiu outros quatro longas, entre eles, Honra e coragem: A quatro plumas, de 2002. O filme, que conta a história de um soldado que deixou o exército e vai à África resgatar um colega, não alcançou o objetivo esperado, não atingiu o mundo comercial da melhor maneira.

          Kapur ainda precisa melhorar alguns aspectos, como a escolha do elenco em geral. Afinal, em Elizabeth, sobrou para Cate Blanchett ficar com a grande responsabilidade de gerar suspiros e emoção em quem assiste. Mesmo com todas as indicações de melhor atriz para Blanchett, o filme ganharia ainda mais prêmios se as ações dos atores não fossem tão forçadas.

 Se você quiser saber mais acesse:

 

http://www.elizabeththegoldenage.net/

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